Legião Urbana - Legião Urbana (1985)

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Não podia faltar aqui um dos maiores (para alguns o maior) ícone do rock nacional – Legião Urbana.

Falar em Legião Urbana é quase como falar de uma lenda, que apesar de ser recente já permeia todo o imáginário popular brasileiro. Calcada principalmente na figura do vocalista Renato Russo, o Legião lança em 1985, diante de alguns problemas, seu primeiro álbum.

Apesar de ser o primeiro, o disco já traz grandes clássicos, como “Será”, “Ainda é Cedo” e “Geração Coca-Cola” – hino da geração jovem dos anos 80. Com as belas guitarras de Dado Vila-Lobos e as extraordinárias letras de Renato Russo, este álbum é uma presença obrigatória na estante de qualquer apreciador do Rock.

Entrando um pouco no campo pessoal, eu poderia passar um bom tempo aqui falando do Legião Urbana e a sua importância pra minha vida, mas vou tentar conter minha empolgação pra ninguém achar que eu estou falando demais. ^^

Como todo bom brasileiro nascido de 1985 pra cá, conheci o Legião desde que nasci, mesmo quando não sabia nem o que é música muito menos o que é Rock. Foram muitas e muitas ouvidas aqui e acolá, incluindo entre essas, audições sofríveis de “Será” e “Eduardo e Mônica” em videokês em festas de fim de ano. E assim foi, até meus 12 anos.

Estava eu, um belo dia, lendo o jornal, quando vi que a “lendária banda de Renato Russo” solta um CD inédito ao vivo gravado em 1994. “Eu pensei “Nossa, que legal”, e deixei pra lá. Foi então que um grande amigo meu comprou o tal disco, duplo. Bastaram algumas ouvidas pra eu relembrar aquelas músicas da minha infância e perceber o quão grandiosas elas eram, como mesmo com tão pouca idade eu podia me sentir tão tocado por palavras de revolução, tristeza, inconformidade. E amor.

Eu poderia até ter postado esse disco aqui, mas prefiri deixar isso para uma próxima oportunidade. Naquele show eles já estão num nível técnico muito avançado, e com uma legião de fãs fervorosos que cantam todas as músicas uníssono. Gostaria que vocês escutassem esse álbum pra perceber uma banda ainda jovem (apesar de seus integrantes já terem uma certa experiência), que com toda a sua simplicidade tocou, e ainda toca milhares de corações.

Baixe, escute, e assim que possível, compre este disco, pois eu garanto que sua vida jamais será a mesma.

 

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Música Para Beber e Brigar

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Pra começar o blog e também fazer uns testes, vou postar o primeiro álbum: Matanza – Música Para Beber e Brigar (Deckdisc/2003).

Este é o segundo álbum dessa excelente banda de hardcore/thrash com uns toques de country e letras com altos níveis de álcool. Assim como o título sugere, esse álbum contém músicas bem pesadas tratando de temas como brigas e bebedeira. Matanza é o que pode se chamar realmente de “música pra macho”, mas apesar desse aspecto áspero, qualquer menina pode curtir também, porque as letras são sempre levadas com muito bom humor que só eles sabem passar.

O Matanza é um tipo de banda feita simplesmente para divertir. Não espere extensos solos de guitarra ou riffs progressivos por aqui, a simplicidade é a regra. Claro que eu não vou desmerecer a qualidade técnica dos membros, porque afinal, todos mostram exatamente a que vieram, mantendo inclusive (esse ponto eu acho crucial em qualquer banda) o nível do estúdio nos shows ao vivo.

Pra quem toca algum instrumento e gosta de ficar reparando nas composições, creio que ficará satisfeito em encontrar riffs simples porém muito divertidos de serem tocados, e que transmitem exatamente o que a música precisa.

As letras, por sua parte podem causar alguma polêmica. Não são todas as pessoas que gostam de odes à bebedeira (que compões maioria absoluta das letras deste álbum). Mas o ponto que eu gostaria de destacar é que tudo isso é feito com muito bom humor e em nenhum momento pode-se perceber um teor “doutrinário”. Creio que qualquer um, mesmo aqueles totalmente avessos ao álcool possa gostar de letras como a de “Bom é quando faz mal”, bastando para isso, apenas gostar do bom e velho Rock n’ Roll.

Gostaria de dar destaque as faixas “Pé na porta, soco na cara”, que inclusive teve um clipe lançado; “O último bar”, que fala de toda a tristeza de um bêbado pela manhã e a veloz “Interceptor V6”, a melhor faixa do álbum na minha opinião.

É um disco muito divertido e bem construído na parte instrumental, que está bem pesada e garante boas horas de bate-cabeça.

Olá!

Meu nome é Daniel e a partir de agora começa o blog Brazilian Sounds.

Este blog trará o melhor (e o pior) do Rock e do Metal fabricado em terras tupiniquins, trazendo posts em português e na medida do possível, também em inglês.

Espero que gostem!